quinta-feira, 2 de agosto de 2012

O PAPEL DO ATOR ALÉM DO PAPEL.


A CULTURA COMO UMA FUNÇÃO SOCIAL:

É de consenso de muitos, que a cultura pode mudar a sociedade, influenciando de várias formas. Quando se trata da juventude esse contato com a arte revela mudanças de comportamento.
 Quando se trabalha com jovens as questões relacionadas á cultura, ao teatro, a dançar a música, provoca-se naturalmente um afastamento destes jovens das ruas, consecutivamente do contato precoce com as drogas, violência, e outros agravantes.
Naturalmente o ser humano é passivo de influencias, desde cedo o bebê imita os gestos dos pais, o menino se veste igual ao pai, a menina pega as sandálias da mãe, e chega à adolescência, na fase das mudanças de comportamentos, vem às dúvidas e novamente o adolescente/jovem se vê em busca de novas descobertas, novas experiências e o PERIGO: Novos exemplos.  Imagine, se esses exemplos forem coletados nas ruas, sem nenhum critério ou ponderação, vemos por aí alguns poucos exemplos bons, mas em suma, a maioria das práticas que presenciamos nas ruas é degradante e sem nenhum pudor.  Não se vai longe, a linguagem depreciativa e repugnante dos “Funk Proibidos”.
A Cultura resgata, trás a luz, direciona o cidadão a uma vida de decisões com noção exata dos resultados de suas escolhas. A Cultura sara, revigora, ensina. Porém, se você não acredita nesta força da Cultura, basta entender que ocupando o tempo com atividades artísticas, estes nossos jovens não estariam nas esquinas e nos becos escuros ouvindo frases de baixo escalão em ritmo de Funk. Não sou contra o Funk, já ouvi muito, mas numa época e que respeitavam os ouvidos das nossas crianças e dos nossos idosos, das famílias. Se as autoridade não tem forças para impedirem esses tipos de “inculturações” façamos a nossa parte! Viva ao TEATRO!
Atitudes, como acolher estes jovens, ir ao encontro deles, e desenvolver projetos voltados as suas realidades já é um ótimo começo. Eu penso assim, e você concorda, então vamos lá?

Provérbios 22:6 "Ensina a criança o caminho que deve andar e ainda quando for velho, não se desviará dele.”. 

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Texto Infantil - Historinha para seu filho dormir e sonhar

Numa terra muito distante, moravam uns homens diferentes, eles viviam no meio da mata, junto com os animais, dizem que até se comunicavam com os eles. A paz reinava, quando muito travavam algumas batalhas com povos vizinhos, mas com suas regras peculiares, mantinham o equilíbrio e assim os dias passavam, os meses e os anos, tudo em harmonia. Mas

terça-feira, 10 de julho de 2012

E PARA PREFEITO...

É MEUS QUERIDOS, COMEÇOU EFETIVAMENTE A CORRIDA POLÍTICA. DE AGORA EM DIANTE, VAMOS VER E OUVIR DE TUDO. OS MAIS VARIADOS ARGUMENTOS PARA O NOSSO CONVENCIMENTO DE QUE ESTE OU AQUELE SUJEITO TEM AS MELHORES PROPOSTAS E VAI REALIZAR O QUE É BOM PARA O POVO. MAS VOCÊ JÁ PAROU PRA PENSAR E CONSEGUIU SINTETIZAR EM PALAVRAS OU AÇÕES O QUE É BOM PARA O POVO...QUAL POVO! EM QUE "POVO" VOCÊ ESTÁ INSERIDO, ATÉ QUE PONTO O QUE É BOM PARA O POVO É BOM PARA A POLÍTICA? SE VOCÊ JÁ SABE EM QUEM VAI VOTAR, PARABÉNS, MAIS SE VOCÊ NÃO SABE...PARABÉNS TAMBÉM, PUXA VIDA! DEUS QUEIRA QUE UM DIA, AS NOSSAS ESCOLHAS REALMENTE COMPARTILHE DOS NOSSOS INTERESSES E NECESSIDADES ENQUANTO CIDADÃOS.

Nico e Lau - Bem na Foto (Participação Especial de João Carreiro e Capataz)





O NOVO CD DA DUPLA NICO E LAU, "ESTÁ NA BICA" COMO DIZ O NICO, E VEM COM MUITAS NOVIDADES, E UMA DELAS É A PARTICIPAÇÃO DA DUPLA SERTANEJA JOÃO CARREIRO E CAPATAZ, A LINDA VOZ DA DUPLA PODE SER OUVIDA NA MÚSICA BEM NA FOTO, QUE DÁ O NOME AO CD, A MÚSICA É DE COMPOSIÇÃO DO ATOR/CANTOR/COMPOSITOR E DIRETOR J. ASTREVO.( LAU)
AGUARDEM, AINDA ESTE SEMESTRE: BEM NA FOTO.


quarta-feira, 9 de maio de 2012

Geração Internet

Para situar os leitores sobre esta postagem, é bom comentar que vim do interior para a Capital com 15 anos e vivi boa parte da infância em contato direto com a natureza, tive acesso a TV para se ter uma ideia já aos  09 anos, internet então, o primeiro contato foi aos 18 ou 19 anos de idade.
Bom hoje (maio/2012) não consigo imaginar a vida sem essas maravilhas tecnológicas. Mas e essa "meninada" que estão chegando agora, são privilegiados ou prejudicados? Até que ponto podemos imaginar que seja um benefício o acesso a tanta informação e com tanta facilidade?
 Minha tentativa neste primeiro texto sobre a Geração Internet será apenas o de " levantar a lebre" Ah! Desculpe-me os leitores talvez não seja a melhor metáfora pra ser usada agora, quem sabe esta " Fórum" " Chat" ou " Grupo" ou mesmo Cutucar para  chamar atenção ao tema. Em um outro momento, devo falar da pouca utilização que estamos dando a nossa memória ( não se trata de memória RAM ou Chip) Sabe o pescoço? A cabeça? Então, dentro dela, acima do pescoço existe uma coisa chamada 'CÉREBRO", digite no Google... e saiba mais...


sexta-feira, 23 de março de 2012

Chico Anysio morre aos 80 anos

" MORRE O ETERNO PROFESSOR RAIMUNDO, MAS O SALÁRIO CONTINUA "O`""
(Demétrinho Arruda)


:

ABAIXO RESUMO DA MATÉRIA DO PORTAL G1

23/03/2012 15h00 - Atualizado em 23/03/2012 17h05

O Comediante Chico Anysio morreu hoje  às 14h52 desta sexta-feira (23), aos 80 anosaos ele estava internado em hospital no Rio de Janeir.
Segundo nota divulgada pelo Hospital Samaritano, na Zona Sul do Rio, onde ele estava internado havia três meses, o humorista morreu após uma parada cardiorrespiratória, causada por falência múltipla dos órgãos, decorrente de choque séptico causado por infecção pulmonar. Ao longo de seus 65 anos de carreira, o cearense Chico Anysio criou mais de 200 personagens e foi um dos maiores humoristas do Brasil com destaque no rádio, na TV, no cinema e no teatro (abaixo, nesta reportagem, relembre sua trajetória). Ele deixa oito filhos e completaria 81 anos no dia 12 de abril. Chico Anysio será velado no Theatro Municial, no Centro do Rio, o velório será aberto ao público a partir das 12h. No domingo (24, ele será cremado no Cemitério do Caju, na Zona Portuária. O governador do estado do Ceará, Cid Gomes, decretou luto oficial no Estado, por 3 dias, por causa da morte do humorista Chico Anysio)

Carreira:

Chico Anysio, começou no rádio, fez sucesso na TV e atuou em filmes, O personagem mais famoso de Anysio foi o Professor Raimundo (Foto: CGCom/TV Globo)

Rádio e TV

Foi na Rádio Guanabara, ainda nos anos 50, que os seus tipos cômicos começaram a surgir. Até o “talento para imitar vozes”, como o proprio Chico descreveria em seu site, evoluir para a televisão. A estreia aconteceu em 1957, na extinta TV Rio, no programa “Aí vem dona Isaura”. Foi lá que o Professor Raimundo teve sua primeira aparição no vídeo, como o tio da protagonista que vinha do Nordeste — até então o programa só havia sido veiculado pelo rádio.
 “Até tinha uma coisa de sentar para criar, mas uns nasceram pela voz, outros pelo tipo, pela personalidade, pela caracterização. Sempre fiz questão de que eles fossem encontrados sem que eu estivesse presente. Que alguém dissesse: "'Na minha terra, tem um Pantaleão. No Rio tem muito Azambuja’”, explicou o humorista ao “Estado de S. Paulo”, em 2009


Num tempo em que ainda não existiam contratos de exclusividade, Chico pôde fazer participações especiais em programas de outras emissoras e em chanchadas da Atlântida.
O “Chico Anysio Show”, seu primeiro programa de humor, foi lançado no início da década de 60. Foi ao ar pela TV Rio, depois pela Excelsior e em 1982 voltou a ser exibido pela Rede Globo — onde o humorista já trabalhava desde 1969.

Mas foi na Globo que teve seus programas humorísticos de maior sucesso e onde desenvolveu a maioria de seus personagens. Entre as atrações, destaque para “Chico city” (1973-1980), “Chico total” (1981 e 1996) e “Chico Anysio show” (1982-1990) e "Escolinha do professor Raimundo".

Alguns desses personagens quase que se misturam à história da televisão brasileira, como o ator canastrão Alberto Roberto, o pão-duro Gastão Franco, o coronel Pantaleão, o pai-de-santo Véio Zuza, o velhinho ranzinza Popó, o alcoólatra Tavares e sua mulher Biscoito (Zezé Macedo) e o revoltado Jovem.

Com o passar dos anos, novos tipos eram criados e incorporados ao programa: o funcionário da TV Globo Bozó, que tentava impressionar as mulheres por conta de sua condição; o mulherengo e bonachão Nazareno, sempre de olho nas serviçais; o político corrupto Justo Veríssimo; e o pai de santo baiano e preguiçoso Painho são alguns dos mais populares.
Apresentada como quadro em outros programas desde a década de 1980, a “Escolinha do Professor Raimundo” tornou-se uma atração independente em 1990. No ar até 2002, o humorístico lançou toda uma geração de comediantes. Entre os “alunos” revelados pelo “professor Chico” estão Claudia Rodrigues, Tom Cavalcante e Claudia Gimenez.

Chico Anysio, esteve em Cuiabá/MT, no 8º aniversário da Dupla Nico e Lau, em 2003, na ocasião Chico aceitou o convite da dupla Nico e Lau para um arrojado projeto de intercâmbio que deu início naquele ano e está detalhado na Pg. 59, do Livro: HUMOR DO MATO - Um Picadeiro a céu aberto para a obra de Nico e Lau, dos autores J. Astrevo Aguiar e Carlos Roberto Ferreira, lançado em 2010. No livro, na ocasião Chico faz uma promessa a Dupla Nico e Lau. (pag.96).

Chico também atuou em novelas e especiais da Globo, como “Pé na jaca” (2007), “Sinhá Moça” (2006), “Guerra e paz” (2008) e “A diarista” (2004). Chico Anysio também teve um quadro fixo no Fantástico por 17 anos (de 1974 a 1991), e supervisionou a criação no programa “Os Trapalhões” no início dos anos 90.

Cinema:

A incursão mais recente de Chico Anysio no cinema foi como dublador. É dele a voz do protagonista da animação “Up - Altas aventuras", animação do estúdio Pixar. Antes disso, o humorista fez uma participação especial no recordista de bilheteria “Se eu fosse você 2” (2008), de Daniel Filho. “Nos créditos finais fiz questão de colocar ‘senhor Francisco Anysio’. Ele é um astro, merece ser tratado com toda reverência”, explicou o diretor em entrevista ao G1 durante o lançamento do longa.

Em 1996, o humorista interpretou o personagem Zé Esteves, pai da personagem-título, em “Tieta”, de Cacá Diegues. O trabalho coincidiu com o aniversário de 25 anos da estréia de Chicono cinema, na pornochanchada "O doce esporte do sexo". Antes havia participado de comédias como "Mulheres à vista" e "Cacareco vem aí".

Em 2011, em sua última aparição pública, recebeu o prêmio especial do Júri do Festival do Rio pelo seu desempenho no longa “A hora e a vez de Augusto Matraga”, do diretor Vinícius Coimbra.

"O filme é importantíssimo, a obra é linda. Vinícius realizou algo quase inacreditável. É um filme que, tenho certeza, Sergio Leone assinaria com alegria", destacou o bem humorado Chico, que fez questão de receber o Troféu Redentor pessoalmente, mesmo de cadeira de rodas.

Literatura e artes plásticas

Além de se dedicar ao humor, Chico também foi artista plástico. Apaixonado pela pintura, retratou paisagens ao redor do mundo a partir de fotografias que tirava dos países que visitava. Realizou exposições de seus quadros em diversas galerias do Brasil e chegou a afirmar que gostaria de ter dedicado mais tempo à atividade.
“Porque teria tido mais tempo para aprender, para melhorar. Teria mais tempo para me tornar conhecido e aceito, para vender meus quadros por um preço melhor. Cheguei a admitir que a pintura seria meu emprego da velhice, mas não vai ser, porque ninguém está comprando nada de obra de arte, e pintar para guardar é terrível”, disse em entrevista à “Folha de S. Paulo”, em 2007. Foi autor de 21 livros, tendo publicado vários best-sellers na década de 70, como "O Batizado da vaca", "O telefone amarelo" e "O enterro do anão". Sua última publicação foi “O canalha”, lançada em 2000.
“É a história do cara que participou de todos os governos, desde Eurico Gaspar Dutra até o primeiro mandato de Fernando Henrique. Foi ele o responsável por todas as canalhices que ocorreram de lá para cá, como dar um revólver de presente a Getúlio Vargas”, explicaria o escritor Chico Anysio em entrevista à revista “Época”, no mesmo ano.

Outra de suas obras de destaque na literatura é o bem humorado manual “Como segurar seu casamento”, também de 2000. Na época, advertiu os leitores: “Não dou conselhos, transmito os erros que cometi e foram cometidos em cinco casamentos. Conviver é a arte de conceder. Essa troca de concessões gera a convivência harmônica”, comentou.

A doença:  
Antes, em agosto de 2010, o humorista precisou ser internado para a retirada de parte do intestino grosso após ser constatado um quadro de hemorragia no aparelho digestivo. Em maio de 2009, outra pneumonia o levou ao hospital.No final de 2010, ele foi levado ao mesmo hospital com falta de ar. Após uma obstrução da artéria coronariana ser encontrada, passou por uma angioplastia, procedimento para desobstrução de artérias. Após 110 dias, teve alta em março do ano passado.

Anysio apresentou uma piora nas funções respiratórias e renal na quarta-feira (21) e voltou a respirar com ajuda de aparelhos durante todo o dia. Ele estava no CTI do hospital carioca desde 22 de dezembro do ano passado por conta de um sangramento. O comediante chegou a ter o problema controlado, mas apresentou uma infecção pulmonar e retornou à internação. Ele seguia em sessões de fisioterapia respiratória e motora diariamente, somadas a antibióticos.
O ator também foi submetido a uma laparotomia exploradora, procedimento cirúrgico que serve para revelar um diagnóstico. Essa cirurgia fez com que Chico Anysio tivesse um segmento de seu intestino delgado retirado.
Com fortes dores nas costas, o humorista foi novamente internado em novembro. Ficou no hospital durante cinco dias, para receber medicação intravenosa devido a problema antigo nas vértebras que provocava dor. No fim de novembro, teve febre e os médicos descobriram uma contaminação por fungos, tratada com antibióticos. No começo de dezembro, retornou ao hospital com infecção urinária e ficou internado por 22 dias. Um dia depois, voltou ao Hospital Samaritano.
Nos momentos mais críticos, quando esteve no hospital entre dezembro de 2010 e março de 2011, Chico necessitou da ajuda de aparelhos para respirar e se comunicava com médicos e familiares por meio de mímica. Durante o período pós-operatório, houve o diagnóstico de um tamponamento cardíaco, que acontece quando o sangue se acumula entre as membranas que envolvem o coração (pericárdio).
Durante o período de internação, que alternou momentos no CTI e em unidades intermediárias, Chico Anysio apresentou quadros de pneumonia e passou por sucessivas broncoscopias. As infecções foram tratadas com uso de antibióticos.


Carreira esportiva

Caçula de oito irmãos, Francisco Anysio de Oliveira Paula Filho nasceu no dia 12 de abril de 1931, no município de Maranguape, no Ceará. A cidade constantemente era citada de forma saudosa pelo humorista – seu personagem mais popular, o Professor Raymundo, era de lá.

“Maranguape, cidade de que tanto falo, representa uma grande saudade. Foi um pequeno paraíso, o Éden da minha infância durante gloriosos anos. Foi lá que aprendi a ler sozinho”, escreveu o humorista em seu site oficial.
Aos 7 anos mudou-se para o Rio de Janeiro, após a falência da empresa de ônibus da família. Morador do Catete, contrariou a vontade do pai e do irmão mais velho — botafoguenses convictos — e se tornou vascaíno. Sonhava em ser jogador de futebol.

Mas a carreira esportiva logo foi esquecida, quando Chico passou em testes para ser locutor e ator da Rádio Guanabara. Ele ficou em segundo lugar, perdendo apenas para Silvio Santos.

Nos anos 50, também trabalhou nas rádios Mayrink Veiga, Clube de Pernambuco e Clube do Brasil. Foi na primeira que criou o programa que se tornaria um de seus maiores sucessos, "Escolinha do Professor Raymundo", inicialmente composta por três alunos: Afrânio Rodrigues (o que sabia tudo), João Fernandes (o que não sabia nada) e Zé Trindade (o que embromava o professor).

Apesar da tentativa de se tornar um galã de radionovelas, sua veia humorística se destacava desde o início. “A rádio Guanabara descobriu meu jeito para imitar vozes. Neste dia perdi minha chance de ser um Tarcísio Meira”, contou o comediante em seu site. Foi assim que começou a compor os mais de 70 tipos cômicos que marcariam sua carreira.

Casamentos e filhos

O primeiro de seus casamentos foi aos 22 anos, com a atriz Nancy Wanderley. Depois foi a vez de Rose Rondelli. Sobre a união com a cantora e ex-frenética Regina Chaves, dizia mal se lembrar. Já com Alcione Mazzeo, rompeu a relação por conta de um ensaio nu. Mas foi seu matrimônio com a ex-ministra da Economia do governo Collor, Zélia Cardoso de Mello — com quem teve dois filhos — que provocou mais polêmica. "Passou a ser uma pessoa de meu desagrado total. Fui um biombo para ela”, disse Chico à revista “Isto É”, em outubro de 2000.
Antes, porém, teve seis filhos, entre eles os atores Lug de Paula (famoso por interpretar o Seu Boneco, da “Escolinha do Professor Raimundo”), Nizo Neto (o Seu Ptolomeu, do mesmo programa, também dublador) Bruno Mazzeo (ator e roteirista). Chico também era tio do ator Marcos Palmeira, filho do cineasta Zelito Vianna, irmão do humorista; e da atriz Maria Maya, filha de Cininha de Paula, sobrinha do humorista.
Em novembro de 2009 foi agraciado com a Ordem do Mérito Cultural, a mais alta comenda do governo brasileiro na área. Da vida, dizia levar apenas um arrependimento: “Me arrependo enormemente de ter fumado durante 40 anos.”

Enxergar a vida com outros olhos...

De repente, como num estalo, me veio a mente a frase: Enxergar a vida com outros olhos. O estalo, foi por bater a cabeça na estante de livros, a frase estava no interior de um deles, que não vem ao caso o título.
Mas como meus comentários sempre são sérios e com embasamentos teóricos e cientifico, lanço a questão:

ENXERGAR A VIDA COM OUTROS OLHOS, SERIA A ULTIMA FRASE DE UM PACIENTE, SEGUNDOS ANTES DO TRANSPLANTE DE CÓRNEAS?

Eis, a questão!!!
(Demétrio Arruda)