terça-feira, 24 de janeiro de 2012

MOMENTOS INESQUECÍVEIS X FESTAS INCRÍVEIS - SOMBRAS.ARTE

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Video Clip Navarone.mpg

terça-feira, 29 de novembro de 2011

QUE MALDADE!!! SERÁ?!!!

Pedreiro Português - facto verídico


TENTE LER SEM RIR ... Após ler o relatório, a Seguradora pagou o seguro.


Abaixo está a explicação de um operário português, acidentado no

trabalho, à Cia.Seguradora.
A Cia. de Seguros havia estranhado tantas fraturas em uma só pessoa, num mesmo acidente.

Curioso é o fato de que se tratar de um caso verídico, cuja

transcrição foi obtida por meio de cópia dos arquivos da Cia. Seguradora envolvida.

O caso foi julgado pelo Tribunal do Concelho de Cascais - Lisboa- Portugal.

À

Cia. Seguradora.

Exmos. Senhores,


Em resposta ao seu gentil pedido de informações adicionais, esclareço:

No quesito nº 3 da comunicação do sinistro mencionei:

'tentando fazer o trabalho sozinho' como causa do meu acidente.

Em vossa carta V. Sas. me pedem uma explicação mais pormenorizada.

Pelo que espero sejam suficientes os seguintes detalhes:

Sou assentador de tijolos e no dia do acidente estava a trabalhar sozinho num telhado de um prédio de 6 (seis) andares.

Ao terminar meu trabalho, verifiquei que havia sobrado 250 kg de tijolos. Em vez de levá-los a mão para baixo (o que seria uma asneira), decidi colocá-los dentro de um barril, e, com ajuda de uma roldana, a qual felizmente estava fixada em um dos lados do edifício (mais precisamente no sexto andar), descê-los até o térreo.

Desci até o térreo, amarrei o barril com uma corda e subi para o sexto andar, de onde puxei o dito cujo para cima, colocando os tijolos no seu interior.

Retornei em seguida para o térreo, desatei a corda e segurei-a com força para que os tijolos (250kg) descessem lentamente. Surpreendentemente, senti-me violentamente alçado do chão e, perdendo minha característica presença de espírito, esqueci-me de largar a corda ... Acho desnecessário dizer que fui içado do chão a grande velocidade.

Nas proximidades do terceiro andar dei de cara com o barril que vinha a descer. Ficam, pois, explicadas as fraturas do crânio e das clavículas.

Continuei a subir a uma velocidade um pouco menor, somente parando quando os meus dedos ficaram entalados na roldana. Felizmente, nesse momento já recuperara a minha presença de espírito e consegui, apesar das fortes dores, agarrar a corda.

Simultaneamente, no entanto, o barril com os tijolos caiu ao chão, partindo seu fundo. Sem os tijolos, o barril pesava aproximadamente 25 kg.

Como podem imaginar, comecei a cair vertiginosamente, agarrado à corda, sendo que, próximo ao terceiro andar, quem encontrei? Ora pois, o barril vinha a subir. Ficam explicadas as fraturas dos tornozelos e as lacerações das pernas. Felizmente, com a redução da velocidade de minha descida, veio minimizar os meus sofrimentos quando caí em cima dos tijolos embaixo, pois felizmente só fraturei três vértebras. No entanto, lamento informar que ainda houve agravamento do sinistro, pois quando me encontrava caído sobre os tijolos estava incapacitado de me levantar, porém pude finalmente soltara corda.

O problema é que o barril, que pesava mais do que a corda, desceu e caiu em cima de mim, fraturando-me as pernas. Espero ter fornecido as informações complementares que me haviam sido solicitadas.

Esclareço que este relatório foi escrito por minha enfermeira, pois os meus dedos ainda guardam a forma

da roldana.


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 Atenciosamente,

Antonio Maria Pessoa de Coimbra













segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Como saber a hora de parar?

Não se sabe, descobre-se que temos que recomeçar sempre...
Se a cada passo é um recomeço, caminharemos até gastar a sola dos "pés" e nos frustaremos pelo caminho, mas se traçamos um objetivo de vida e com o passar do tempo, descobrimos que não conseguimos realizá-lo, mesmo assim, deixaremos uma marca de luta, de busca, de perseverança.
Se você está começando a planejar sua vida agora, não se preocupe, nunca é tarde, o importante é ter um objetivo sempre. Não desista nunca...

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Viveria eternamente.



Viveria eternamente entre o pôr do sol e o amanhecer do sertão...
E quando me sentisse entediado, escreveria uma peça de teatro, escolheria meus melhores atores e rodaria o mundo até me cansar,


e então voltaría ao passado para fazer tudo de novo e da mesma forma que fiz...

Demetrinho Arruda

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Eficiência Política.

A experiência, a vivência e a necessidade,  nos fazem repensar o viver em sociedade, e como podemos contribuir para melhorarmos essa convivência? Quem será o agente de mudança? A quem devemos recorrer? Pronto! Começamos a fazer errado e desde já fadados ao insucesso e caminhando para a já costumeira politicagem. Que nem de longe resolve nossos reais anseios, e digo isso com propriedade de causa. Só para ilustrar, veja este exemplo: "Esta noite não dormi um minuto sequer. Acontece que no residencial onde moro,  residencial este que faz parte do PAR, o Programa de Arrendamento Familiar, um direito adquirido, com o recurso público e que "repagamos" em parcelas "minimas" por ele, não estou reclamando, apenas colocando o que realmente  é a realidade. O Governo, achou uma forma de cumprir uma parte de sua responsabilidade, e ao mesmo tempo ajudamos a repagar os custos...(bom mas este é um questionamento para outras pautas). Voltemos aos problemas da comunidade. Então, como se não bastasse passar a metade da noite, ouvindo o vizinho com seu som potente em plena  noite de segunda-feira, quando este resolveu que já era hora de descansar (que dó, que dó, que dóóó). Eis, que ouço o som estridente e frequente da buzina de alerta do guardo noturno contratado por alguma meia dúzia dos 500 moradores para fazer a " segurança" do residencial em questão. Bom, este sem empresa fixada, ou outro tipo qualquer tipo de documento que comprove a sua legalidade, mas alguém aí sabe como um cidadão, simplesmente no meio da madrugada intercepta um total desconhecido, provavelmente armado para reivindicar seus direitos?
Recorrer a quem? Tente ligar para a polícia e explicar o que está acontecendo, eles vão fazer com que você se sinta o único cara incomodado com a situação e um daqueles ranzinzas que não tem o que fazer e fica procurando algo para implicar. Nossa, nunca mais ligo. Falar com o segurança já me arrisquei um dia, o cara nem tirou o capacete,  balbuciou algumas coisas e sumiu na neblina ( me senti dentro de um filme de suspense), entrei rapidamente, não dormi mais naquela noite, nem foi pelo barulho repetitivo da buzina-alarme, mas preocupado como reagiria aquela figura no mínimo intrigante ("segurança").  Quando finalmente amanheceu, achei que tinha acabado a sessão terrorismo psicológico, mas exatamente as 7:45 passa um carro de som, me informando da super promoção do mercado do Fulano de tal trás para esta terça-feira (...) Ilustro com este exemplo, mas não quero alongar simplesmente nestes, pois não se trata de algo meramente pessoal, mas pensemos no coletivo. Imagine agora o casal vizinho da esquerda, que tem um bebê recém nascido, geralmente o bebê nos seus primeiros meses, creio eu, que não tenho experiência no assunto, mas ouço falar, que choram muito nesse período, vindo a dormir apenas na madrugada ou já de manhã, neste caso o carro de som afetou-os diretamente. Bom, não bastasse ainda existem "eNs" probleminhas da vida em comunidade, que poderíamos passar o dia todo relatando, mas vou resumir e ir agora ao ponto que realmente quero chegar com tudo isto. Como a sociedade pós moderna deve agir então. Cada um é agente de mudança de no seu meio, basta agir e arregaçar as mangas, ir a luta, "tirar a bunda da cadeira", é assim que iremos mudar e sempre foi, mas o sistema aí fixado culturalmente não nos deixa enxergar que não dá tempo de esperar que os outros resolvam e atendam aos nossos anseios, neste sábado, teremos a primeira reunião do residencial para formarmos uma comissão para pelo menos elencar as necessidades, eu já sei com certeza quais os problemas que me atingem diretamente e como resolvê-los, espero que cada morador leve problemas e junto uma sugestão para a solução, ali nasce a verdadeira forma de viver em comunidade, na troca de ideias, no compartilhamento, não união...Será que nosso políticos precisariam de tanto dinheiro para resolver essas necessidade básicas da sociedade! Qual a Eficiência da Política, onde ela começa e termina...Cada um tem o direito de pensar e agir como queira, contanto que não prejudique ao próximo. Eu penso assim, e você concorda!?

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Série - Cada passo é um recomeço...Então caminhe, se mexa...Mas não corra!

Se perceber que está alcançando o seu objetivo, é nesse momento que começa realmente sua vida...Reveja seus planos, zere tudo, respire fundo e seja bem vindo a realidade. A vida é bela pra quem sabe viver...O tudo não é o suficiente, o suficiente é tudo o que vc já tem. E o que vc acumula depois disto é lucro, aproveite. Não espere o amanhã, pq o amanhã é a-ma-nhã...Eu penso assim, e vc concorda?